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Jovem cientista cearense precisa de UTI aérea avaliada em R$ 1,9 milhão para retornar ao Brasil

G1

A situação do jovem cientista Rafael Félix, que se encontra em um delicado estado de saúde nas Filipinas, tem movimentado familiares e amigos em busca de apoio financeiro. Rafael sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) enquanto se preparava para retornar ao Brasil após um período em que viajou para encontrar sua esposa, com quem se casou em 2024.

Desafios enfrentados pela família

Desde o ocorrido em julho do ano passado, a saúde de Rafael deteriorou-se rapidamente. Segundo informações da família, ele não conseguiu receber atendimento médico adequado no sistema público das Filipinas, que é restrito aos cidadãos locais. Isso forçou os parentes a arcarem com os custos elevados das despesas médicas.

Atualmente, Rafael se encontra em internação domiciliar na residência que compartilha com sua esposa. Seu pai viajou para as Filipinas com o intuito de facilitar sua repatriação, mas os custos envolvidos são exorbitantes, incluindo tanto a internação quanto o transporte de volta ao Brasil.

Custo da repatriação e atual condição de saúde

O valor estimado para a realização de um voo de UTI aérea, necessário para garantir a segurança de Rafael durante a viagem, é de aproximadamente R$ 1,9 milhão, ou 375 mil dólares. A mãe de Rafael, em Fortaleza, destacou que ele sofreu um AVC isquêmico extenso, o que afetou significativamente sua mobilidade.

Apesar de sua condição vital estar estabilizada e de já ter recebido autorização para retornar ao Brasil, a gravidade de seu quadro clínico impede que ele viaje em um voo comercial. A família continua a depender de doações para cobrir os custos do tratamento e da internação nas Filipinas.

Iniciativa de arrecadação e apoio

A família lançou uma campanha de arrecadação, disponibilizando informações sobre as despesas e o propósito das doações no site Volta Rafael. O valor mensal da internação domiciliar gira em torno de R$ 26 mil, além do montante necessário para o transporte de volta ao Brasil.

O pai de Rafael, que está acompanhando o tratamento nas Filipinas, informou que, apesar dos esforços, o consulado brasileiro não pode oferecer suporte financeiro. A Embaixada do Brasil em Manila declarou que não há respaldo legal para custear a repatriação médica, o que leva a família a buscar a solidariedade da comunidade para trazer Rafael de volta ao país.

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