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Nicolás Maduro se declara inocente em audiência judicial em Nova York

G1

Audiência de custódia em Nova York

Nicolás Maduro, ex-presidente da Venezuela, participou nesta segunda-feira (5) de uma audiência de custódia em um tribunal de Nova York, onde se declarou inocente das acusações que pesam contra ele. Durante a sessão, Maduro afirmou ser um “presidente sequestrado” da Venezuela, enquanto ouvia as formalidades do processo judicial.

O ex-líder foi transportado junto com sua esposa, Cilia Flores, em um forte esquema de segurança que envolveu agentes da Agência Antidrogas dos Estados Unidos. A maior parte do percurso do centro de detenção no Brooklyn até o tribunal federal em Manhattan foi realizado por helicóptero, com o restante feito por um comboio terrestre.

Do lado de fora do tribunal, ocorreram manifestações de apoiadores e opositores de Maduro, com a polícia utilizando barras de ferro para separar os dois grupos, que ficaram a poucos centímetros de distância um do outro. Entre os manifestantes, um venezuelano que vive em exílio nos Estados Unidos expressou seu desejo de ver Maduro responsabilizado por seus crimes ao longo dos anos.

A audiência, que teve início ao meio-dia local e durou cerca de 50 minutos, ocorreu sem a presença de câmeras. O juiz Alvin Hellerstein, de 92 anos, começou a sessão reafirmando seu compromisso em garantir um processo justo. Durante a audiência, foram apresentadas quatro acusações contra Maduro e sua esposa, as quais incluem conspiração para narcoterrorismo e importação de cocaína para os Estados Unidos.

Ambos se declararam inocentes, e Maduro se descreveu como um homem honrado que ainda considera ser o presidente da Venezuela. O juiz interrompeu o ex-presidente, indicando que haveria um momento apropriado para discutir esse aspecto. Ao término da audiência, enquanto era escoltado, um ex-prisioneiro político gritou que Maduro enfrentaria as consequências de seus atos, ao que Maduro respondeu que lutaria por sua liberdade, afirmando ser um “prisioneiro de guerra”.

O juiz determinou a manutenção da prisão preventiva de Maduro e Cilia, sem possibilidade de fiança. Uma nova audiência foi agendada para o dia 17 de março, quando as partes apresentarão seus argumentos.

Acusações e declarações de Maduro

Nicolás Maduro, ex-presidente da Venezuela, participou nesta segunda-feira (5) de uma audiência judicial em um tribunal de Nova York, onde se declarou inocente das acusações apresentadas contra ele. Durante a sessão, Maduro afirmou ser o líder sequestrado de seu país.

O ex-mandatário e sua esposa, Cilia Flores, foram transportados sob forte segurança, utilizando algemas e uniformes de detentos. A escolta foi realizada por agentes da Agência Antidrogas dos Estados Unidos, e a maior parte do deslocamento até o tribunal, localizado em Manhattan, foi feito por helicóptero, seguido de um comboio terrestre.

Do lado de fora do tribunal, manifestantes se reuniram para expressar suas opiniões, tanto contra quanto a favor de Maduro. A polícia utilizou barreiras para manter os grupos separados, que estavam próximos um do outro.

Um manifestante venezuelano, que se identificou como Anderson e vive em exílio nos EUA há quatro anos, expressou seu desejo de que Maduro fosse responsabilizado por seus crimes, mencionando o sofrimento causado ao longo de 25 anos de governo. Por outro lado, Norah, uma americana, criticou a intervenção militar dos EUA na Venezuela, questionando a verdadeira motivação por trás das ações do país.

A audiência, que teve início ao meio-dia, durou cerca de 50 minutos, sem a presença de câmeras. O juiz Alvin Hellerstein, de 92 anos, enfatizou a importância de garantir um processo justo. Durante a sessão, foram apresentadas quatro acusações contra Maduro e sua esposa: conspiração para narcoterrorismo, conspiração para importar cocaína para os Estados Unidos, uso de armas em crimes de tráfico e conspiração armada relacionada ao narcotráfico.

Ambos os acusados se declararam inocentes, e Maduro, em sua defesa, afirmou ser um homem de bem e o legítimo presidente da Venezuela. O juiz interrompeu o discurso, indicando que haveria um momento apropriado para discutir essa questão.

Ao final da audiência, enquanto era escoltado para fora, um ex-prisioneiro político gritou que Maduro enfrentaria as consequências de seus atos, ao que Maduro respondeu que lutaria por sua liberdade, se autodenominando um prisioneiro de guerra. O juiz decidiu que ele e Cilia permanecerão em detenção sem direito a fiança, e uma nova audiência foi agendada para o dia 17 de março, quando as partes apresentarão seus argumentos.

Protestos em frente ao tribunal

Nicolás Maduro, ex-presidente da Venezuela, compareceu nesta segunda-feira (5) a uma audiência de custódia em um tribunal de Nova York, onde se declarou inocente das acusações que enfrenta. Durante o procedimento, ele se autodenominou como o presidente sequestrado da Venezuela.

Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram transportados do centro de detenção no Brooklyn em condições de segurança rigorosa, algemados e vestidos com uniformes prisionais. A escolta foi realizada por agentes da Agência Antidrogas dos Estados Unidos, sendo a maior parte do trajeto percorrida de helicóptero, seguido de um comboio terrestre até o tribunal federal em Manhattan.

Do lado de fora do tribunal, manifestantes se reuniram para expressar suas opiniões, com grupos tanto a favor quanto contra o ex-ditador. A polícia interveio, utilizando barras de ferro para manter os grupos afastados, que estavam a poucos centímetros de distância.

Um dos manifestantes, Anderson, que vive exilado nos Estados Unidos há quatro anos, expressou sua expectativa de que Maduro enfrente as consequências de seus atos, descrevendo a experiência como uma combinação de alegria e tristeza. Por outro lado, Norah, uma cidadã americana, criticou a intervenção militar dos EUA na Venezuela, questionando a verdadeira motivação por trás da ação.

A audiência, que teve início ao meio-dia, durou cerca de 50 minutos e não permitiu a presença de câmeras na sala. O juiz Alvin Hellerstein, de 92 anos, ressaltou a importância de garantir um processo justo. Durante o evento, foram apresentadas quatro acusações contra Maduro e Flores, incluindo conspiração para narcoterrorismo e uso de armas em crimes relacionados ao tráfico de drogas.

Maduro e sua esposa, após se declararem inocentes, foram informados pelo juiz que haveria momento adequado para discutir suas alegações de inocência. Ao final da audiência, enquanto era escoltado para fora, um ex-prisioneiro político gritou que Maduro pagaria por seus crimes, ao que o ex-presidente respondeu que lutaria pela sua liberdade, afirmando ser um prisioneiro de guerra.

O juiz decidiu que Maduro e Cilia permaneceriam em prisão preventiva, sem possibilidade de fiança, e uma nova audiência foi agendada para 17 de março, quando ambas as partes apresentarão seus argumentos. O julgamento está previsto para ocorrer em uma data posterior.

Prisão preventiva e próximas etapas do processo

Nicolás Maduro, ex-presidente da Venezuela, participou nesta segunda-feira (5) de uma audiência de custódia em um tribunal de Nova York, onde se declarou inocente das acusações que enfrenta. Durante a sessão, ele se autodenominou o ‘presidente sequestrado da Venezuela’.

O traslado de Maduro e sua esposa, Cilia Flores, ocorreu sob rigorosa segurança, com ambos algemados e usando uniforme prisional. A viagem de aproximadamente oito quilômetros até o tribunal federal em Manhattan foi realizada em parte por helicóptero e, em seguida, por um comboio terrestre, escoltados por agentes da Agência Antidrogas dos Estados Unidos.

Do lado de fora do tribunal, manifestantes se reuniram, divididos entre apoiadores e opositores de Maduro, com a polícia utilizando barras de ferro para manter os grupos separados. Um venezuelano exilado nos Estados Unidos expressou seu desejo de ver Maduro responsabilizado por seus atos, enquanto uma manifestante norte-americana criticou a intervenção militar dos EUA na Venezuela.

A audiência teve início às 12h (horário local) e se estendeu por 50 minutos, sem a presença de câmeras. O juiz Alvin Hellerstein, de 92 anos, enfatizou sua intenção de garantir um processo justo. Durante a audiência, foram apresentadas quatro acusações formais contra Maduro e sua esposa: conspiração para narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína aos EUA, uso de armas de guerra em atividades de tráfico e conspiração armada relacionada ao narcotráfico.

Tanto Maduro quanto Cilia se declararam inocentes. Maduro reiterou ser um homem decente e insistiu que ainda é o presidente da Venezuela, mas foi interrompido pelo juiz, que indicou que discussões sobre sua legitimidade ocorreriam em momento apropriado. Ao final da audiência, um ex-prisioneiro político venezuelano protestou, afirmando que Maduro deveria pagar por seus crimes, ao que Maduro respondeu que conseguiria sua liberdade, afirmando ser um ‘prisioneiro de guerra’.

O juiz decidiu que Maduro e Cilia permanecerão em prisão preventiva sem possibilidade de fiança, sendo levados de volta ao centro de detenção no Brooklyn. Uma nova audiência foi agendada para 17 de março, quando acusação e defesa apresentarão seus argumentos.

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