
Um levantamento recente do instituto Quaest, cujos dados foram divulgados nesta segunda-feira (7/9), revela um cenário de equilíbrio em uma possível disputa de segundo turno. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparecem numericamente empatados, ambos com 41% das intenções de voto.
A sondagem questionou os eleitores sobre sua preferência em uma eventual segunda fase do pleito: “Num possível segundo turno, você votaria no Lula (PT), no Flávio Bolsonaro (PL), votaria em branco/nulo ou não iria votar?”. Os resultados indicam uma paridade entre os dois nomes testados.
Esta é a primeira pesquisa da Quaest realizada após a intensificação da crise envolvendo membros do Supremo Tribunal Federal (STF). Em comparação com o estudo anterior, divulgado em 2 de setembro, houve uma leve variação nos números: Lula detinha 42%, enquanto Flávio Bolsonaro somava 41%.
A coleta de dados abrangeu 2.004 eleitores e foi conduzida entre os dias 3 e 6 de setembro. A pesquisa possui uma margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e um nível de confiança de 95%. O registro oficial no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é o BR-01720/2026.
O instituto também avaliou outros três cenários para um possível segundo turno, testando a intenção de voto entre Lula e os seguintes nomes: Augusto Cury, Renan Santos, Ronaldo Caiado e Zema.
Resultados para o Primeiro Turno
Na disputa pelo primeiro turno, a nova rodada da pesquisa Quaest, igualmente publicada na segunda-feira (7/9), mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na dianteira, com 36% das intenções de voto. O senador Flávio Bolsonaro (PL) figura na segunda posição, com 29%.
Na sequência, Augusto Cury (Avante) registra 8% da preferência do eleitorado. Na pesquisa Quaest anterior, de 2 de setembro, Lula havia alcançado 37%, Flávio Bolsonaro 30%, e o escritor Augusto Cury aparecia com 10% das intenções de voto.
Candidatos como Samara Martins (UP), Edmilson Costa (PCB), Clariana Barão (DC), Hertz Dias (PSTU), Rui Costa Pimenta (PCO) e Wilson Grassi (Democrata) não atingiram pontuação expressiva no levantamento.
