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Macron descarta intervenção militar no Estreito de Hormuz enquanto Reino Unido pede reabertura imediata

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Diante da crise no Estreito de Hormuz, França e Reino Unido apresentaram abordagens divergentes sobre a situação, especialmente após apelos do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por uma ação conjunta dos aliados. Emmanuel Macron, presidente da França, declarou que não considera viável reabrir a rota marítima à força.

Posições da França e do Reino Unido

Macron enfatizou que uma operação militar para garantir a passagem no estreito seria demorada e colocaria embarcações em perigo devido a possíveis ataques de forças iranianas e mísseis balísticos. Ele sugeriu que a solução para a reabertura da rota deveria ser alcançada por meio de negociações com o Irã, ressaltando a importância estratégica da área para o comércio mundial e o transporte de energia.

Em contraste, o Reino Unido destacou a urgência em reabrir o Estreito de Hormuz e convocou uma reunião com mais de 40 países para discutir ações a serem tomadas. A ministra das Relações Exteriores britânica, Yvette Cooper, afirmou que o grupo está analisando os impactos do fechamento e a determinação para reverter a situação.

Reações de Trump e outros países

O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, mencionou que a reunião visa avaliar todas as opções diplomáticas e políticas disponíveis para restabelecer a navegação. Ele afirmou que o foco está em garantir a segurança das embarcações e a circulação de bens essenciais. Trump, por sua vez, criticou a postura do Reino Unido, sugerindo que o país deve se responsabilizar por sua própria segurança no estreito.

O presidente americano também se dirigiu à França, alegando que o país não colaborou adequadamente na crise. Ele ainda fez referência à China, que culpou os EUA e Israel pela situação, pedindo um cessar-fogo imediato e ressaltando a necessidade de uma solução negociada.

Macron reiterou que a ofensiva militar foi uma decisão unilateral dos EUA e Israel, e declarou que a França busca uma resolução pacífica para o conflito. A tensão aumentou após ataques das forças americanas e israelenses ao Irã, levando a uma resposta de Teerã que resultou no fechamento quase total da hidrovia.

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