
Animais endêmicos ameaçados no Ceará
Oito espécies exclusivas do Ceará estão sob ameaça de extinção, conforme informações do Livro Vermelho dos Animais Ameaçados de Extinção do Ceará, que foi publicado em 2022 e atualizado em 2025. Esses animais endêmicos, que não podem ser encontrados em nenhum outro lugar do planeta, habitam regiões como a Serra de Maranguape, o Maciço de Baturité, a Chapada do Araripe e o Planalto da Ibiapaba, todas elas cada vez mais afetadas por atividades humanas.
De acordo com a classificação científica, que utiliza critérios da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), os níveis de risco vão de vulnerável a provavelmente extinta. Entre as oito espécies ameaçadas, quatro estão na categoria de “criticamente em perigo”, três são consideradas “em perigo” e uma é classificada como “vulnerável”, refletindo uma situação preocupante para a diversidade biológica do Ceará.
A lista inclui três répteis, três anfíbios, um mamífero e uma ave. Os casos mais alarmantes são a rã-de-maranguape, o sapo-do-araripe, o sapo-de-cascon e o soldadinho-do-araripe, sendo este último a única ave endêmica do estado. A degradação de seu habitat, impulsionada pela especulação imobiliária, práticas agrícolas, desvio de cursos d’água e diminuição dos aquíferos, é a principal causa de sua ameaça.
Outros animais em risco significativo incluem o calango-de-limaverde, a coral-de-lema e a cobra-da-terra, todos classificados como “em perigo”. Essas espécies estão limitadas a áreas de florestas úmidas e serras no Ceará, que apresentam altos índices de desmatamento e crescimento urbano. O rato-do-cariri, o único mamífero da lista, é considerado “vulnerável” e tem sua distribuição restrita à Chapada do Araripe.
Além das espécies exclusivas do Ceará, o estudo revela que o estado abriga um número ainda maior de animais ameaçados. No total, 59 espécies de aves, 33 de mamíferos e 18 de répteis que habitam o Ceará enfrentam algum nível de risco, destacando a fragilidade dos ecossistemas locais.
Hugo Fernandes, coordenador do Livro Vermelho e professor da Universidade Estadual do Ceará (Uece), enfatiza que o documento é resultado de um extenso e colaborativo processo científico. Cerca de 670 espécies foram analisadas com base em critérios rigorosos, incluindo tamanho e tendência populacional, área de ocorrência e intensidade das ameaças enfrentadas.
Os pesquisadores apontam que os principais fatores que colocam essas espécies em risco estão intimamente relacionados à atividade humana. Entre eles, destacam-se o desmatamento, a caça, atropelamentos, uso desordenado do solo, expansão urbana e agrícola, degradação de recursos hídricos, introdução de espécies invasoras e mudanças climáticas.
Classificação de risco segundo a IUCN
No Ceará, pelo menos oito espécies de animais que são exclusivas da região enfrentam um sério risco de extinção, conforme indica o Livro Vermelho dos Animais Ameaçados de Extinção do Ceará, atualizado em 2025. Essas espécies endêmicas, que não existem em nenhum outro lugar do planeta, habitam áreas como a Serra de Maranguape, o Maciço de Baturité, a Chapada do Araripe e o Planalto da Ibiapaba, regiões que estão sob crescente pressão devido a atividades humanas.
O estudo classifica o risco das espécies de acordo com os critérios da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), que vão de vulnerável a provavelmente extinta. Entre as oito espécies ameaçadas, quatro são consideradas “criticamente em perigo”, três estão “em perigo” e uma é classificada como “vulnerável”, refletindo um quadro alarmante para a biodiversidade do estado.
A lista inclui três répteis, três anfíbios, um mamífero e uma ave. Entre as espécies mais ameaçadas estão a rã-de-maranguape, o sapo-do-araripe, o sapo-de-cascon e o soldadinho-do-araripe, esta última sendo a única ave endêmica do Ceará. A principal ameaça que essas espécies enfrentam é a perda de habitat, resultante de especulação imobiliária, práticas agrícolas, desvio de cursos d’água e diminuição dos aquíferos.
Outros animais também estão em risco elevado de extinção, como o calango-de-limaverde, a coral-de-lema e a cobra-da-terra, todas classificadas como “em perigo”. Essas espécies estão restritas a áreas de floresta úmida e serras do Ceará, que sofrem com altos índices de desmatamento e expansão urbana. Já o rato-do-cariri, o único mamífero da lista, é considerado “vulnerável” e tem uma distribuição limitada à Chapada do Araripe.
Além das espécies exclusivas do Ceará, o estudo revela que o estado abriga um número ainda maior de animais ameaçados. No total, são 59 espécies de aves, 33 de mamíferos e 18 de répteis que convivem sob algum nível de risco, o que demonstra a fragilidade dos ecossistemas locais.
Hugo Fernandes, coordenador do Livro Vermelho e professor da Universidade Estadual do Ceará (Uece), ressalta que o documento é fruto de um processo científico extenso e colaborativo. Aproximadamente 670 espécies foram avaliadas com base em critérios objetivos, como tamanho e tendência populacional, área de ocorrência e intensidade das ameaças.
Os pesquisadores apontam que os fatores que colocam essas espécies em risco estão diretamente relacionados à ação humana. Entre esses fatores estão o desmatamento, a caça, atropelamentos, uso inadequado do solo, expansão urbana e agrícola, degradação de recursos hídricos, introdução de espécies invasoras e mudanças climáticas.
Principais causas da ameaça às espécies
Oito espécies animais que são exclusivas do Ceará estão sob ameaça de extinção, conforme apontado no Livro Vermelho dos Animais Ameaçados de Extinção do Ceará, elaborado em 2022 e revisado em 2025. Essas espécies endêmicas, que não existem em nenhum outro local do planeta, habitam regiões como a Serra de Maranguape, o Maciço de Baturité, a Chapada do Araripe e o Planalto da Ibiapaba, que estão cada vez mais vulneráveis devido à pressão das atividades humanas.
O estudo classifica o nível de risco das espécies utilizando critérios estabelecidos pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), que vão desde vulneráveis até provavelmente extintas. Dentre os animais endêmicos ameaçados, quatro estão na categoria de ‘criticamente em perigo’, três como ‘em perigo’ e um como ‘vulnerável’, revelando um quadro preocupante para a biodiversidade no Ceará.
A relação inclui três répteis, três anfíbios, um mamífero e uma ave. Entre as espécies mais ameaçadas estão a rã-de-maranguape, o sapo-do-araripe, o sapo-de-cascon e o soldadinho-do-araripe, sendo este último a única ave endêmica do Estado. Essas criaturas enfrentam sérios desafios principalmente devido à destruição de seus habitats, resultante de especulação imobiliária, práticas agrícolas, desvio de cursos d’água e diminuição de aquíferos.
Outros animais que também estão em risco elevado de extinção incluem o calango-de-limaverde, a coral-de-lema e a cobra-da-terra, todos classificados como ‘em perigo’. Essas espécies são restritas a áreas de florestas úmidas e serras do Ceará, que estão sujeitas a um alto índice de desmatamento e urbanização. O rato-do-cariri, que é o único mamífero da lista, é considerado ‘vulnerável’ e possui uma distribuição geográfica limitada à Chapada do Araripe.
Além das espécies cearenses, o relatório ressalta que o Estado abriga um número ainda maior de animais ameaçados. No total, 59 espécies de aves, 33 de mamíferos e 18 de répteis que vivem no Ceará estão sob algum nível de risco, evidenciando a fragilidade dos ecossistemas presentes na região.
Hugo Fernandes, coordenador do Livro Vermelho e professor na Universidade Estadual do Ceará (Uece), enfatiza que a elaboração do documento é resultado de um extenso processo científico colaborativo. Aproximadamente 670 espécies foram analisadas com base em critérios rigorosos, como tamanho populacional, área de ocorrência e a intensidade das ameaças que enfrentam.
Os pesquisadores identificam que os principais fatores que colocam essas espécies em perigo estão intrinsecamente ligados à ação humana. Dentre esses fatores, destacam-se o desmatamento, a caça, os atropelamentos, o uso inadequado do solo, a expansão urbana e agrícola, a degradação de recursos hídricos, a introdução de espécies invasoras e as mudanças climáticas.
Importância da preservação e monitoramento
Pelo menos oito espécies de animais que são exclusivas do Ceará estão em perigo de extinção, conforme indicado no Livro Vermelho dos Animais Ameaçados de Extinção do Estado, cuja primeira edição foi publicada em 2022 e atualizada em 2025. Essas espécies endêmicas, que não podem ser encontradas em nenhuma outra parte do mundo, habitam áreas como a Serra de Maranguape, o Maciço de Baturité, a Chapada do Araripe e o Planalto da Ibiapaba, regiões que estão cada vez mais vulneráveis devido à intervenção humana.
O estudo classifica o nível de risco das espécies segundo critérios da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), que variam de vulnerável a provavelmente extinta. Dentre os oito animais endêmicos ameaçados, quatro estão na categoria de “criticamente em perigo”, três são considerados “em perigo” e um está na classe “vulnerável”, o que destaca um cenário preocupante para a biodiversidade do Ceará.
A lista inclui três répteis, três anfíbios, um mamífero e uma ave. Entre as espécies em situação mais crítica estão a rã-de-maranguape, o sapo-do-araripe, o sapo-de-cascon e o soldadinho-do-araripe — a última sendo a única ave endêmica do Ceará. Essas espécies estão sendo afetadas principalmente pela perda de habitat, resultante de especulação imobiliária, práticas agrícolas, desvio de cursos d’água e diminuição de aquíferos.
Além disso, outras espécies, como o calango-de-limaverde, a coral-de-lema e a cobra-da-terra, também estão ameaçadas, todas classificadas como “em perigo”. Elas habitam áreas de floresta úmida e serras do Estado, que apresentam altos índices de desmatamento e urbanização. O rato-do-cariri, o único mamífero da relação, é classificado como “vulnerável” e possui uma distribuição restrita à Chapada do Araripe.
O estudo também revela que o Ceará abriga um número ainda maior de animais em risco de extinção. Ao todo, 59 espécies de aves, 33 de mamíferos e 18 de répteis no estado estão ameaçadas, evidenciando a fragilidade dos ecossistemas locais.
Hugo Fernandes, coordenador do Livro Vermelho e professor da Universidade Estadual do Ceará (Uece), ressalta que a elaboração do documento é fruto de um extenso processo científico e colaborativo. Aproximadamente 670 espécies foram analisadas com base em critérios como tamanho populacional, área de distribuição e gravidade das ameaças enfrentadas.
Os pesquisadores apontam que as principais causas que colocam essas espécies em risco estão diretamente relacionadas às atividades humanas, como desmatamento, caça, atropelamentos, uso desordenado do solo, urbanização e expansão agrícola, degradação dos recursos hídricos, introdução de espécies invasoras e mudanças climáticas.
As ações de monitoramento e preservação contam com a colaboração de diversas entidades e especialistas, que buscam reverter essa situação alarmante.
