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Polícia detém mais três em investigação sobre morte em salto sem segurança

Ismael Azevedo

A Polícia Civil do estado de São Paulo realizou a prisão de mais três indivíduos suspeitos de envolvimento na morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos. A jovem faleceu em junho após ser lançada em um salto de rope jump sem as devidas cordas de segurança.

Com essas novas detenções, o número total de pessoas investigadas e presas por conexão com o caso atinge seis. As autoridades não divulgaram as identidades dos últimos três detidos, nem especificaram suas respectivas participações no incidente fatal.

Detalhes do Acidente e da Investigação

O trágico evento ocorreu em 13 de junho, na estrutura conhecida como Ponte do Esqueleto, situada na divisa entre os municípios de Limeira e Cordeirópolis, no interior paulista. As apurações indicam que Maria Eduarda foi autorizada a realizar o salto mesmo sem estar conectada ao equipamento de segurança.

A operação que levou às recentes prisões resultou na detenção de dois suspeitos na cidade de Limeira, enquanto o terceiro foi localizado e preso no Rio de Janeiro. Esta ação amplia o cerco policial sobre os responsáveis pela fatalidade.

Primeiras Prisões e Andamento Judicial

Logo após o acidente, três homens foram detidos em flagrante e indiciados por homicídio com dolo eventual, caracterizado quando se assume o risco de provocar a morte. Em seus depoimentos iniciais, os acusados afirmaram não ter conhecimento da causa da falha que permitiu o salto sem o sistema de segurança ativo.

Os primeiros envolvidos identificados pela polícia foram Luis Felipe Feliciano Egoroff, de 32 anos, Vitor de Freitas Gonçalves, de 27 anos, e Maicon Fernandes Cintra, de 42 anos. A defesa dos investigados solicitou habeas corpus, mas os pedidos foram negados pela Justiça, mantendo-os sob custódia enquanto as investigações prosseguem.

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