
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta segunda-feira (26) que o governador de Minnesota, Tim Walz, entrou em contato com ele solicitando colaboração em questões relacionadas ao estado. Trump mencionou que facilitou a comunicação entre Walz e Tom Homan, o responsável pela segurança nas fronteiras, que será enviado a Minnesota.
Mudança de postura de Trump
Em suas redes sociais, Trump expressou que a conversa foi produtiva e que havia uma sintonia entre ele e Walz, após um período de críticas mútuas entre o presidente e membros do governo, incluindo o prefeito de Minneapolis, Jacob Frey. O presidente destacou sua intenção de abordar a questão da criminalidade no estado.
Acusações e resposta do governo
Na mesma ocasião, a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, fez declarações contundentes, acusando Walz de disseminar informações falsas sobre as ações de agentes federais. Segundo ela, isso estaria colocando os agentes em perigo e promovendo um ambiente de desordem.
Incidente trágico em Minneapolis
O contexto da conversa entre Trump e Walz surge após a morte de Alex Pretti, um enfermeiro de 37 anos, que foi baleado por agentes de imigração em Minneapolis no último sábado (24). Relatos de familiares e amigos indicam que Pretti tinha um histórico de cuidado com veteranos, refletindo seu compromisso com a ajuda ao próximo.
Circunstâncias da morte de Pretti
De acordo com o Departamento de Segurança Interna (DHS), os agentes afirmaram ter agido em legítima defesa após tentarem desarmar Pretti, que estava sendo imobilizado. No entanto, uma análise de vídeo sugere que a arma foi retirada antes dos disparos. A polícia local confirmou que Pretti possuía porte legal de arma e não tinha antecedentes criminais significativos.
Reação da família
A família de Alex Pretti contestou as alegações do DHS, afirmando que ele não representava uma ameaça no momento da abordagem, ressaltando que sua intenção era proteger uma mulher próxima à cena do incidente.
