
História de Benjamin Mast e sua Migração
Benjamin Mast, um produtor audiovisual, deixou a Venezuela em 2016 em busca de oportunidades melhores no Brasil, já que seu país enfrentava uma grave crise econômica. Na época, a migração de venezuelanos ainda não tinha atingido os níveis críticos que se tornariam evidentes em 2017, quando o fluxo de imigrantes aumentou significativamente, especialmente em Roraima.
Atualmente com 44 anos, Benjamin estabeleceu-se em Roraima, onde administra sua produtora ao lado da esposa. Juntos, eles têm uma filha de um ano. Sua decisão de vir ao Brasil foi motivada por uma busca por crescimento profissional na área de audiovisual, uma vez que já havia realizado alguns trabalhos aqui antes de sua migração. Ele decidiu que o Brasil ofereceria melhores perspectivas em comparação ao seu país natal, que passava por uma severa crise.
Em entrevista à Agência Brasil, Mast compartilhou que sua migração foi tranquila, ocorrendo em um período em que o número de venezuelanos que chegavam ao Brasil era relativamente pequeno, em torno de 100 pessoas por dia. Ele expressou sua preocupação com a invasão dos Estados Unidos na Venezuela, afirmando estar ‘de coração partido’ ao perceber que seu país poderia se tornar uma colônia. Benjamin criticou a retórica de Donald Trump, que sugeriu intervir na Venezuela, citando a falta de respaldo legal para tal ação.
Mast também comentou sobre a dor que sente ao ver a divisão entre os venezuelanos em relação à crise, reconhecendo que muitos ainda apoiam ações externas, mesmo que isso cause mais sofrimento ao país. Ele destacou que a situação crítica da Venezuela é resultado da combinação de políticas desastrosas do governo de Nicolás Maduro e as sanções internacionais impostas, especialmente pelos EUA.
O produtor refletiu sobre a imagem perturbadora dos militares utilizando bombas e a reação de algumas pessoas que celebram essa abordagem como solução. Para Benjamin, a falta de amor próprio e a vontade de mudar a situação de dentro do país são preocupantes. Ele prevê um futuro instável e polarizado para a Venezuela, devido ao vácuo de poder existente, e expressou indignação ao ver Maduro ser transportado para os Estados Unidos, onde enfrenta diversas acusações.
Impacto da Crise na Vida dos Venezuelanos
Benjamin Mast, um profissional do setor audiovisual, deixou a Venezuela em 2016 em busca de melhores condições de trabalho, já que seu país enfrentava uma profunda crise econômica. Embora a crise migratória tenha se intensificado a partir de 2017, quando um número crescente de venezuelanos começou a chegar ao Brasil, especialmente por Roraima, Mast já havia iniciado sua jornada antes desse pico.
Atualmente com 44 anos, Benjamin se estabeleceu em Roraima, onde fundou uma produtora em parceria com sua esposa. O casal tem uma filha de um ano e, ao contrário de muitos de seus compatriotas que fugiram da fome e da miséria, ele já havia conquistado algumas experiências profissionais no Brasil e acreditava que poderia avançar em sua carreira no país.
Em entrevista à Agência Brasil, ele destacou que sua migração ocorreu em um momento em que o fluxo de venezuelanos era muito pequeno, com apenas cerca de 100 pessoas chegando ao Brasil. Benjamin expressou sua preocupação com a intervenção dos Estados Unidos na Venezuela, afirmando que isso o deixa com um profundo sentimento de tristeza. “É angustiante ver meu país se transformando em uma colônia. O que Trump anunciou não está respaldado por nenhum acordo legal internacional”, disse ele.
Mast também mencionou a dor que sente ao perceber que uma parte da população venezuelana apoia a intervenção estrangeira, destacando a divisão que a crise, agravada pelo governo de Nicolás Maduro, causou entre os compatriotas. Ele reconhece que as sanções econômicas e políticas impostas pelos EUA também desempenharam um papel significativo na situação caótica que a Venezuela enfrenta.
A combinação de má gestão política e econômica sob o comando de Maduro, juntamente com as sanções internacionais, resultou em uma crise sem precedentes. Benjamin mencionou a imagem perturbadora dos militares bombardeando o país ao mesmo tempo em que algumas pessoas aparentemente comemoram essas ações, como se a intervenção externa fosse a única solução viável.
Ele expressou sua frustração com a falta de amor-próprio entre a população para buscar mudanças internamente, prevendo um futuro polarizado e instável para a Venezuela. A recente transferência de Maduro para os Estados Unidos, onde ele enfrenta várias acusações, é um evento que também impacta a percepção do povo sobre seu governo.
Perspectivas e Preocupações com a Intervenção Americana
Benjamin Mast, um produtor audiovisual, imigrou da Venezuela para o Brasil em 2016, buscando melhores oportunidades de trabalho em meio à crise econômica que já afetava seu país. Apesar do aumento significativo na migração venezuelana a partir de 2017, seu deslocamento ocorreu em um período em que o fluxo de pessoas era ainda modesto, especialmente pela fronteira de Roraima.
Atualmente, aos 44 anos, Benjamin estabeleceu-se em Roraima, onde administra uma produtora de audiovisual em parceria com sua esposa, com quem tem uma filha de um ano. Ao contrário de muitos de seus compatriotas, que enfrentavam sérias dificuldades, como a fome, Benjamin já havia realizado algumas produções no Brasil antes de sua migração, o que o levou a acreditar que poderia desenvolver sua carreira em um ambiente mais favorável.
Benjamin relata que a decisão de deixar a Venezuela foi acertada, considerando a escassez de oportunidades em seu país. “Foi um processo bem tranquilo. Não havia essa onda migratória. Era bem pequena, coisa de 100 pessoas que chegavam ao Brasil”, comentou em entrevista à Agência Brasil.
Expressando sua preocupação com a situação política na Venezuela, Mast manifestou sua oposição à intervenção dos Estados Unidos, afirmando estar “de coração partido”. Ele lamentou o fato de seu país ser tratado como uma colônia, ressaltando que não existe respaldo legal internacional para tal ação por parte dos EUA.
A frustração de Benjamin é intensificada pela percepção de que uma parte da população venezuelana apoia a invasão, o que ele considera uma questão complexa, especialmente em um momento de crise provocada pelo governo de Nicolás Maduro. Ele reconheceu que os bloqueios econômicos impostos contribuíram para a deterioração da situação no país.
Mast atribui a atual crise à combinação de gestão política ineficaz por parte de Maduro e as sanções econômicas dos EUA, afirmando que a imagem de militares bombardeando a Venezuela é particularmente dolorosa. Ele também expressou preocupação com a polarização política e a instabilidade que o país enfrenta devido ao vácuo de poder.
Por fim, Benjamin comentou sobre as diversas acusações contra Maduro e a recente tentativa de indiciamento nos Estados Unidos, enfatizando que a situação política da Venezuela é extremamente delicada e marcada por tensões internas.
Experiência de Livia Esmeralda Vargas González no Brasil
Benjamin Mast, um produtor audiovisual, imigrou da Venezuela para o Brasil em 2016, quando a crise econômica em seu país já era visível. Ele decidiu deixar sua terra natal em busca de melhores oportunidades profissionais. Naquele período, a migração venezuelana ainda não havia atingido os níveis alarmantes que começariam em 2017, com um aumento significativo no número de compatriotas cruzando a fronteira, especialmente por Roraima.
Atualmente, aos 44 anos, Benjamin estabeleceu-se em Roraima, onde administra uma produtora de audiovisual ao lado de sua esposa. O casal tem uma filha de um ano. Sua migração, diferentemente de muitos venezuelanos que fugiam da fome e da miséria, foi motivada por uma visão de crescimento na carreira, já que ele havia realizado alguns trabalhos no Brasil desde 2014, em um cenário que se tornava cada vez mais difícil em seu país natal devido à crise.
Em entrevista à Agência Brasil, ele comentou sobre sua experiência migratória, que considera ter sido tranquila, uma vez que o fluxo de pessoas naquele momento era pequeno, com cerca de 100 indivíduos chegando ao Brasil. Benjamin expressou seu descontentamento em relação à intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela, afirmando estar ‘de coração partido’ com a possibilidade de seu país se tornar uma colônia.
O produtor lamentou a percepção de que parte da população vê a intervenção como uma solução. Ele falou sobre a divisão entre os venezuelanos, que se agravou pela crise provocada pelo governo de Nicolás Maduro, e reconheceu que as sanções econômicas e políticas impostas pelos Estados Unidos contribuíram para a situação crítica da Venezuela.
Benjamin também refletiu sobre a imagem perturbadora de militares bombardando o país, observando a reação de alguns cidadãos que celebram a invasão. Para ele, essa falta de amor-próprio e desejo de mudança interna resulta em uma Venezuela polarizada e politicamente instável, caracterizada por um vácuo de poder. Ele finalizou sua análise com a menção ao transporte de Maduro para os Estados Unidos, onde enfrenta várias acusações, o que representa uma grave crise de liderança no país.
